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. Ela

Joana. Estudante de veterinária. Capricorniana de 22 anos, nascida em 22.12.1986. Loira com o cabelo pintado de preto. 1,65 m. Adoro ler, escrever, goticismo, ocultismo, literatura e desenhar, embora eu tenha certeza de que não desenho bem como quando era menor. Sou discreta, tí­mida, desconfiada, confusa e me apego fácil demais às pessoas. Acho que o tempo passa rápido demais e que o ser humano ainda tem muito a evoluir. Amo demais a famí­lia e os poucos amigos que tem. Gosto de ficar sozinha de vez em quando, exceto no escuro durante uma tempestade. Morro de medo de perder todo mundo que amo. Quero casar e ter filhos um dia. Amo animais e luto por seus direitos. Como qualquer ser humano normal, tenho certos preconceitos apesar de achar isso errado. Já tive depressão e ainda luto para me livrar dela completamente. Meu objetivo na vida é crescer no ramo profissional, mas principalmente mentalmente. Sou um ímã para pequenos acidentes, desastrada a ponto de precisar entrar de braços cruzados em lojas de porcelana, vidros e afins. Sou apaixonada pela vida, pela família, amigos, e pelo namorado. Bagunceira, boa ouvinte e conselheira. Sofro calada. Tenho 4 gatos e 2 cachorros num apartamento pequeno, todos são muito felizes e amados. Adoro estudar e sou viciada em livros, aprendizado (a ponto de estudar nas férias) e computador. Assisto Chaves e Chapolin todos os dias à muitos anos e ainda morro de rir. Adoro documentários e coisas estranhas e bizarras. Tenho muitos sonhos, e espero realizar a maior parte deles.

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. leio

Raíz de 1 line letí­ lili Sucrilhos Patty Cakes

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THANKS

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.22 de mai. de 2009.


[ouvindo: Minha cachorra roncando.]

A consulta da minha tia com o psiquiatra foi péssima. Isso é que dá tentar achar psiquiatra pelo plano de saúde. Embora seja absurdamente caro, vale muito mais a pena pagar uma consulta fora do plano. A consulta dela pelo plano durou 10 minutos, e quem já se consultou com psicólogo/psiquiatra, sabe que normalmente as consultas duram no mínimo 40 minutos. Apesar dos apesares o dotô receitou um outro anti-depressivo, e minha tia parece, aos poucos, estar melhorando.
O meu anti-depressivo acabou a mais de uma semana. E como todos sabem, a receita é controlada, então por mais que eu não quisesse, tinha que marcar outra consulta pra pegar outra receita. Mas com a minha mãe trabalhando quase o dobro do normal (normal esse, que já era muito) por causa da doença da minha tia, e esse trabalho todo rendendo super pouco, a situação financeira, que já deveria estar melhor, continua ruim. Por isso, eu, inteligentíssima, decidi não contar pra minha mãe que meus remédios haviam acabado (agora eu sei que foi burrice). Passaram-se alguns dias, e eu fui piorando, até cair de novo na depressão. Minha mãe obviamente percebeu devido a meus sintomas (querer faltar nas aulas, dormir demais, comer demais, sentir culpa a cada passo dado, etc), e perdeu mais tempo ainda tentando achar um pronto socorro psiquiátrico pra mim, já que a médica que me acompanha está viajando. Achamos um, fomos até lá. Duas horas no mínimo de espera. Os atendentes brincavam entre si enquanto atendiam as pessoas, gritavam na sala de espera. Quis ir embora, não aguentava ficar ali. Nos trataram como se fôssemos literalmente loucos e incapazes. Foi terrível.
Moral da história... ainda estou sem os meus remédios, fingindo pra minha mãe que tudo está bem, quando na verdade não está.
Meu namorado sempre tão maravilhoso tem um defeito grave. Por fazer faculdade de medicina, acha que depressão é "frescura". Portanto, não posso contar com ele pra conversar sobre isso. Eu bem que gostaria que fosse simples frescura. Se fosse, essa montanha russa poderia acabar quando eu quisesse. Tudo voltaria ao normal. Eu já nem lembro mais o que é o normal dos normais. O meu normal, é como estou agora. E é assim a muito tempo.

Agradeço especialmente à minhas amigas Patrícia, Carla e Mariana que me apóiam todos os dias, e ao meu amigo querido Sucrilhos, que nunca me esquece.

- Sinto-me triste por quem cobra. Cobram-me ligações, cobram-me atenção, presença, mas não fazem idéia do que se passa comigo. E nem tentam saber.

E viva a Sertralina!

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Ju . at 19:40 .